O mercado brasileiro de soja travou nesta terça, 26. Os preços oscilaram de forma regionalizada, mas foram apenas referências nominais.

O fraco desempenho em termos de comercialização foi definido pela performance em direções opostas de Chicago e do câmbio. Enquanto Chicago fechou com bons ganhos, o dólar despencou frente ao real. Com isso, os negociadores se retraíram.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 164,50 para R$ 166. Na região das Missões, a cotação avançou de R$ 163 para R$ 165. No porto de Rio Grande, o preço estabilizou em R$ 166.

Em Cascavel, no Paraná, o preço passou de R$ 168 para R$ 171 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca baixou de R$ 168 para R$ 164 a saca.

Em Rondonópolis (MT), a saca ficou em R$ 153. Em Dourados (MS), a cotação estabilizou em R$ 155 a saca. Em Rio Verde (GO), a saca aumentou de R$ 160 para R$ 163.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços mais altos. Foi a segunda sessão de bons ganhos. Fatores técnicos trouxeram os fundos de volta ao mercado, após a queda de 7,5% acumulada na semana passada.

Em termos fundamentais, o mercado encontra sustentação no atraso na colheita do Brasil, que deve adiar também as exportações nacionais. Com isso, a demanda, principalmente por parte da China, deve continuar focada nos Estados Unidos.

Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com alta de 26,75 centavos de dólar por libra-peso ou 1,99% a US$ 13,70 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 13,69 por bushel, com ganho de 26,75 centavos ou 1,99%.

Nos subprodutos, a posição março do farelo subiu US$ 6,90 ou 1,6% a US$ 436,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 43,91 centavos de dólar, com ganho de 0,97 centavo ou 2,25%.

 

Fonte: Canal Rural