A Portos do Paraná registra queda significativa no número de atendimentos médicos em encaminhamentos preventivos à Covid-19. A redução é observada tanto no acesso aos cais, quanto no Pátio de Triagem do Porto de Paranaguá. O percentual de pessoas que precisaram de atendimento não chegou nem a 1% do total de trabalhadores aferidos no último mês de julho.

“Os números são resultado tanto do nosso esforço empreendido na estrutura de prevenção, montada desde março de 2020, quanto da imunização dos portuários que já receberam a segunda dose da vacina contra a Covid-19”, afirma o diretor de Meio Ambiente da Portos do Paraná, João Paulo Ribeiro Santana.

Para se ter uma ideia, entre maio e junho deste ano, apenas 2,7% dos trabalhadores que passaram pela triagem nas estruturas de saúde preventivas, instaladas no acesso à faixa primária, foram encaminhados para o atendimento médico por apresentarem queixa ou algum sintoma da doença.

“Agora em julho, tivemos somente seis encaminhamentos. Isso é 0,44% do total. Já no pátio de triagem, a média, que estava em 8 atendimentos, caiu para dois. O equivalente a 0,6% do total de caminhoneiros que passaram pela aferição no último mês”, comenta o diretor.

Santana, que é um dos responsáveis pelo Comitê de Contingência da empresa pública, lembra que os portuários receberam a segunda dose da vacina no último dia 4 de agosto, ou seja, há três semanas.

Saiba mais:

 

HISTÓRICO: Em quase 493 dias de barreiras sanitárias, de 25 de março de 2020 a 31 de julho deste ano, foram 1.776.284 aferições de temperatura em portuários no acesso ao cais  e apenas 558 encaminhamentos médicos.

No mesmo período, no Pátio de Triagem, foram 582.165 aferições em caminhoneiros, sendo que 200 precisaram de atendimento médico.

“Estamos animados com essa queda que já temos notado. Porém, reforçamos que é muito importante que – apesar de vacinados com as duas doses – todos os trabalhadores mantenham os cuidados como o uso da máscara; o distanciamento, a higienização das mãos a todo o momento, além de seguir as recomendações das ordens de serviço em vigor”, orienta o diretor.

 

Fonte: Portos do Paraná